quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Flash back

Um dia morto. Estou com os pés feitos em papa e a cada segundo que passa imagino a minha vida mais interessante do que ela realmente é. Na minha cabecinha tenho memórias que aparecem como flash, os que ocorrem com mais frequência são os das más recordações. Foram tão simples mas tão marcantes que só de as relembrar me sinto mal. São ciumes, humilhações, discussões, preferências onde eu não entro e onde o ego morre. São em dias como estes, onde não se faz nada para além de matar tempo com os olhos postos na parede do café habitual, que incrivelmente, durante uns longos instantes fica mais interessante do que qualquer coisa à volta e o melhor passa tempo do dia começa a ser observa la atentamente e com escárnio; que me fazem ver a renascer na parede situações do género. Que durante o dia me acompanham como imaginários de um esquizofrénico. Até dores de cabeça tenho. Ultimamente tem ocorrido semelhantes acontecimentos de que mais tarde me relembro. Acontecem simplesmente porque me deixo pensar de mais, estou presa ao chão e já não faço, nem digo coisa coisa!
E nos meus pensamentos antes de dormir apanho me a repreender me pelos mesmo ou então no pensamento supérfluo que nunca me atinge de 'isso não teve importância nenhuma.'
O interesse que eu queria ter na minha vida e que não tenho era de ter a capacidade de esquecer lixos como estes, de falar sobre eles e dar a alguém a confiança que me dão a mim. Mas paramim os pensamentos parecem mais de confiar do qualquer outra pessoa à volta, mas, basicamente não saio deles como uma frik de 16 que é obstruída.



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