segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

The love is in the air

Hoje, dia dos namorados, foi um dia... Como todos os outros. Não que eu anteriormente de-se importância a este cliché mas vá de vez em quando la recebia um rosa do meu tamanho, um cartão todo amoroso... Mas nem senti a falta de nada sequer parecido. Nunca vivi este dia como um dia diferente, mas agora que faço parte das single women, até acho engraçado que se viva, ou vá... que se brinque com isto. Que se dê um presente, um cartão chega. Não é que isso mude nada mas ser-se querido nunca fica mal.
Lembro dos 2 dias dos namorados que passei com o meu. Não, nada de diferente ou de extraordinário. Muito menos de romântico. A ultima teve direito a fast food e à tal rosa do meu tamanho... Agora até ia escrever bons velhos tempos, mas de velhos não têm muito. Já chega para ter saudades, pelo menos saudades de sentir aquilo que sentia.
E hoje especialmente, olhem á minha volta e vi. Não há nada com que me preocupar. Apesar de me dar vontade de telefonar e perguntar por ele... Acho que não o devo fazer. Sei que quem fica a perder só eu. Mas a perder já eu estou. Por isso limito-me a passar o dia de São Valentim by myself.

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