De flores no cabelo, de trança, de fita, de lenço, com chapéu ás ricas, que seja ás bolinhas, arco íris, zebra, leopardo, que tenha relevo, que seja de lã cor-de-rosa, seja o que for, ande como andar, até de cara pintada de verde tropa, que tenha uma t-shirt do sporting, cabelo pintado de vermelho que Deus esqueceu. Que eu nunca vou deixar de me orgulhar de andar na rua com a Catarina Ci*, não há melhores beijinhos na bochecha, não melhor abraço do que o da irmã mais velha. Tem tudo o que eu preciso, completa-me, não é do estilo que me leva a um bar e me mete a beber, não é do estilo que me dá um isqueiro para mão direita e um maço para a esquerda, não é do estilo quero lá saber a vida é tua, porque a vida é nossa. Ela gosta de mim e eu gosto dela, é pelo simples facto de eu ter a certeza que ela se preocupa comigo que sempre que ouço - bebé?- que vou sempre responder -sim Catarina?- sei que é ela e é para ela que vou responder com amor e carinho a tudo.
Porque como já referi ela pode ser como quiser que o interior de mel e noz vai sempre ser o mesmo.
To Catarina with love
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