Isto de viver tem muito que se lhe diga. Um dia vivemos assim, um dia vivemos assado. Outros é apaixonadas ou "sem-querer-lá-saber", uns ainda é dependente de ti ou não me chateies mais. Uns é quero voltar outros é estou bem assim. Uns vivemos solteiras, outros quase casadas. Vamos sendo de tudo, até já fomos tímidas, já tivemos borbulhas, já tivemos um corte radical, uma madeixa, já tivemos um namorado que hoje nem podemos ver à frente, já fomos badkissers e até trinca-espinhas, outras foram choronas, desesperadas. Já acordamos preto e adormecemos branco. Porque é assim, vamos crescendo, vamos aprendendo. Aprendendo com os erros, e deixando de ser quem já fomos. Quando deixamos de ser quem fomos dificilmente voltamos a ser quem éramos - outra vez. Aqui está o meu problema, já fui a vida de alguém, já não sou, já fui séria, já não sou, já me dediquei a 100% a alguém, já não me dedico, já me custou estar com alguém just for fun, já não custa. Acho que enfim... Regredi na escala do amor. Agora estou aqui parada no: "gosto muito de namorar comigo mesma". E não sei muito bem o que move esta escala feita de teimosice - ora aí está uma coisa que não deixamos de ser: jamais ! (já-mé).

1 comentário:
adorei. sigo*
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